Hello e texto traduzido do Economist!

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Hello, Darlings!

Are you fine? I hope so! Dears, continuando a mergulhar no mundo econômico, eis mais um texto traduzido diretamente do economist que fala a little bit da atuação dos bancos centrais! Ei-lo logo abaixo!

Nas nossas translations, sempre entramos em contato com um vocabulário bem rico – inclusive phrasal verbs! 

Enjoy yourselves!

Hugs and have a nice week!

Clésia Maia

Email: clesiamaia@gmail.com

Facebook: Clésia Maia


The low-rate world

Central banks have been doing their best to pep up demand. Now they need help

Sep 24th 2016 

O mundo de taxa baixa

Os bancos centrais têm feito o seu melhor para animar a demanda. Agora eles precisam de ajuda

24 de setembro de 2016


THEY do not naturally crave the limelight. But for the past decade the attention on central bankers has been unblinking—and increasingly hostile. During the financial crisis the Federal Reserve and other central banks were hailed for their actions: by slashing rates and printing money to buy bonds, they stopped a shock from becoming a depression. Now their signature policy, of keeping interest rates low or even negative, is at the centre of the biggest macroeconomic debate in a generation.

Eles naturalmente não desejam o centro das atenções. Mas durante a última década a atenção sobre os banqueiros centrais tem sido decidida-e cada vez mais hostil. Durante a crise financeira o Banco Central nos EUA e outros bancos centrais foram saudados por suas ações: por cortar taxas e fabricar dinheiro para comprar títulos, eles impediram uma mudança de se tornar uma depressão. Agora a sua política de assinatura, de manter as taxas de juros baixas ou mesmo negativas, está no centro do maior debate macroeconômico em uma geração.


The central bankers say that ultra-loose monetary policy remains essential to prop up still-weak economies and hit their inflation targets. The Bank of Japan (BoJ) this week promised to keep ten-year government bond yields around zero. On September 21st the Federal Reserve put off a rate rise yet again. In the wake of the Brexit vote, the Bank of England has cut its main policy rate to 0.25%, the lowest in its 300-year history.

Os banqueiros centrais dizem que a política monetária ultra-frouxa continua a ser essencial para sustentar as economias ainda fracas e alcançar suas metas de inflação. O Banco do Japão (BoJ) esta semana prometeu manter os rendimentos de títulos do governo de dez anos em torno de zero. Em 21 de setembro o Banco Central dos EUA adiou um aumento da taxa mais uma vez. Na sequência da votação Brexit, o Banco da Inglaterra cortou a sua principal taxa de política para 0,25%, a menor em sua história de 300 anos.


But a growing chorus of critics frets about the effects of the low-rate world—a topsy-turvy place where savers are charged a fee, where the yields on a large fraction of rich-world government debt come with a minus sign, and where central banks matter more than markets in deciding how capital is allocated. Politicians have waded in. Donald Trump, the Republican presidential nominee, has accused Janet Yellen, the Fed’s chairman, of keeping rates low for political reasons. Wolfgang Schäuble, Germany’s finance minister, blames the European Central Bank for the rise of Alternative for Germany, a right-wing party.

Mas um coro crescente de críticos se preocupa com os efeitos do mundo da taxa baixa, um lugar de pernas pro ar, onde se cobra uma taxa dos poupadores, onde os rendimentos em uma grande fração da dívida pública do mundo rico vêm com um sinal de menos, e onde bancos centrais são mais importantes do que os mercados na decisão de como o capital é alocado. Os políticos têm atacado com energia. Donald Trump, o candidato presidencial republicano, acusou Janet Yellen, presidente do Banco Central, de manter as taxas baixas por razões políticas. Wolfgang Schäuble, ministro das Finanças da Alemanha, culpa o Banco Central Europeu pelo surgimento de Alternativa para a Alemanha, um partido de direita.


This is a debate on which both sides get a lot wrong. It is too simple to say that central bankers are causing the low-rate world; they are also reacting to it. Real long-term interest rates have been declining for decades, driven by fundamental factors such as ageing populations and the integration of savings-rich China into the world economy. Nor have they been reckless. In most of the rich world inflation is below the official target. Indeed, in some ways central banks have not been bold enough. Only now, for example, has the BoJ explicitly pledged to overshoot its 2% inflation target. The Fed still seems anxious to push up rates as soon as it can.

Este é um debate em que ambos os lados fazem muitas coisas de forma errada. É muito simples dizer que os bancos centrais estão causando o mundo de taxa baixa; eles também estão reagindo a ele. Taxas de juros reais de longo prazo têm estado diminuindo ao longo das décadas, impulsionadas por fatores importantes, tais como o envelhecimento da população e a integração das poupanças ricas da China na economia mundial. Tampouco eles têm sido imprudentes. A maioria da inflação do mundo rico está abaixo da meta oficial. Na verdade, em alguns aspectos, os bancos centrais não têm sido suficientemente ousados. Só agora, por exemplo, tem o BoJ explicitamente se comprometido a ultrapassar a sua meta de inflação de 2%. O Banco Central ainda parece ansioso para aumentar as taxas assim que puder.


Fonte: http://www.economist.com/